domingo, 20 de outubro de 2019

Mais comunidades são abandonadas no município de Assu

Leitor do blog envia imagens da situação de abandono na comunidade de linda flor , situada  na zona rural á 10Km da área urbana do município de Assu RN. Mais uma área que não se tem atenção na gestão do prefeito Gustavo Soares, o tratamento que é visto para com aquela população é de muita preocupação, a única unidade esportiva daquela localidade com cenário devastador.

Quadra de Esportes Inácio Bezerra de Araújo
A falta de higienização e limpeza com o local, está descrito nestas imagens, uma área pública que não existe trabalho de preservação quanto menos bons olhos para com a comunidade, O doutor que veio pra cuidar, não se faz jus no seu mandato. 

Planalto prevê nova troca na articulação

Entre os nomes que circulam para assumir a articulação do governo com o Congresso, o mais repetido é o do secretário especial da Previdência, Rogério Marinho.


Em crise com o próprio partido - o PSL, que até então era o mais fiel na Câmara e, nesta semana, rachou em duas alas distintas, sendo que uma delas declarou-se independente - o presidente Jair Bolsonaro estuda promover mudanças na articulação política pela terceira vez em 10 meses de governo. A intenção é garantir um mínimo de apoio que assegure ao Planalto a aprovação de projetos no Congresso. As maiores críticas à articulação partem justamente de parlamentares das bancadas que dão sustentação ao governo, como a ruralista, a evangélica e a da bala.

Entre os nomes que circulam para assumir a articulação do governo com o Congresso, o mais repetido é o do secretário especial da Previdência, Rogério Marinho. Mas ele, por ora, vai continuar à frente das reformas econômicas, como a administrativa e o pacto federativo.

O racha no PSL em duas alas, uma ligada a Bolsonaro e outra ao presidente nacional da Legenda, o deputado Luciano Bivar (PE), que pode resultar na perda de apoio de mais da metade dos 53 deputados do partido, e a constatação de um PIB (Produto Interno Bruto) fraco anteciparam discussões no Planalto. No diagnóstico de aliados do governo, Bolsonaro corre risco se não mexer rapidamente na equipe que faz a interlocução com a Câmara e com o Senado.

Interlocutores do presidente o aconselham a começar a reforma do governo pela "cozinha" do Planalto. Assim são conhecidos os ministérios que estão fisicamente na sede do Executivo - a Casa Civil, comandada por Onyx Lorenzoni; a Secretaria de Governo, nas mãos de Luiz Eduardo Ramos; a Secretaria-Geral, chefiada por Jorge Oliveira, e o Gabinete de Segurança Institucional (GSI), do general Augusto Heleno.

As principais queixas de parlamentares alinhados ao governo são de que a articulação política ficou fragmentada entre essas quatro pastas e, por isso, não funcionou. A proposta agora é que seja unificada tendo um ministro forte no comando das negociações com o Congresso. A portas fechadas, Bolsonaro já admitiu que, sem uma base parlamentar de apoio, o governo ficou dependente da liberação de emendas no varejo para avançar com as pautas no Congresso.

Foi justamente a desarticulação na liberação de emendas o assunto de um diálogo testemunhado pelo Estado na semana passada No fundo do plenário da Câmara, o deputado Alceu Moreira (MDB-RS), coordenador da bancada ruralista, reclamava ao líder com o governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO). "Eu tenho uma proposta oficial do governo. Foram eles que me disseram: Alceu, tu tem isso, isso e isso (referindo-se a verba). E agora não tem mais?", reclamou o emedebista. Vitor Hugo argumentou que o ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, tentava atender o compromisso feito pelo ministro da Casa Civil com o deputado. Em resposta, Moreira não escondeu a revolta. "O que o Onyx (Lorenzoni) prometeu não vale nada? Não, não, não", disse ele. "O meu, ele (Ramos) não tira um centavo. Se tirar, vai ter problema", ameaçou o líder ruralista.

Nas conversas mais reservadas, no Palácio da Alvorada, Bolsonaro tem ouvido que os militares não entendem nada de articulação com o Congresso. O general Ramos, responsável pela ponte com os deputados e senadores, não teria força com seus colegas de Esplanada para emplacar nomeações ou dinheiro para liberar emendas.

Quanto ao ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sérgio Moro, a percepção é a de que o ex-juiz da Lava Jato mantém popularidade em alta, mas não consegue avançar no Congresso em medidas de uma área prioritária para o governo. Com isso, Bolsonaro tem perdido essa bandeira do combate à criminalidade para adversários, como o governador do Rio, Wilson Witzel (PSC), seu já declarado adversário em 2022.

O presidente tem ouvido de aliados proposta para separar a pasta de Moro em duas, como ocorreu no governo de Michel Temer. A ideia é que o ministro cuide apenas dos assuntos relacionados à Justiça. A Segurança Pública seria entregue a um representante da bancada da bala. Aparentemente, Bolsonaro não faz restrições a essa divisão, mas Moro não abre mão da segurança por causa do pacote anticrime.

Segundo relatos, apenas cinco dos 22 ministros são considerados intocáveis no governo, hoje. O time de elite inclui Tereza Cristina (Agricultura), Tarcísio Gomes de Freitas (Infraestrutura), Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos), Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia) e Fernando Azevedo e Silva (Defesa). Ao mesmo tempo, Bolsonaro tem evitado embates com Moro, Guedes e com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), visto como figura central na aprovação de projetos da área econômica.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Mega Sena acumula e próximo concurso deve pagar R$ 21,5 milhões


Ninguém acertou as seis dezenas do Concurso 2.199 da Mega Sena, sorteadas ontem (19) à noite, no Espaço Loterias em São Paulo. As dezenas sorteadas foram 15, 23, 30, 35, 38 e 44.

Ficam acumulados para o próximo concurso, na próxima quarta-feira (23), R$ 21.500.000,00.

A quina teve 29 acertadores que receberão o prêmio individual de R$ de 58.063,07.

Os 3.056 acertadores da quadra receberão R$ 787, 13.

Missa de entrega da estátua de Beata Lindalva em Assu


O Rio Grande do Norte vai ganhar um santuário católico dedicado à Beata Irmã Lindalva, localizado na comunidade rural Malhada da Areia, em Assu, local onde a Irmã Lindalva nasceu. No mês passado, o Bispo Diocesano, Dom Mariano Manzana, o Vigário-geral Padre Flávio Augusto e o administrador da Paróquia de Assu, Padre Carlos Itálo, foram ver de perto a construção da imagem da Beata Lindalva, que mede sete metros de altura, feita pelas mãos do artesão João Batista Galdino e graças a uma bela iniciativa do empresário assuense Eurimar Nóbrega, que está presenteando a Igreja. Neste domingo, 20, data de aniversário da Beata Lindalva, às 19h, acontecerá uma Celebração Eucarística com bênção da imagem no próprio terreno onde será construído o santuário. Dom Mariano agradeceu a Eurimar pela iniciativa e acredita que outras surgirão em prol da construção do Santuário Beata Lindalva, muito aguardado pelos assuenses e toda a região Oeste.

Senado deve concluir terça-feira votação de mudanças na Previdência


Oito meses depois de chegar ao Congresso, o texto principal da reforma da Previdência  (PEC 6/2019) deve ter sua votação final na próxima terça-feira (22), dia em que o plenário do Senado deverá analisar a matéria em segundo turno. Para que seja aprovado e siga para promulgação, o projeto precisa alcançar o mínimo de 49 votos favoráveis.

Entre outros pontos, o texto aumenta o tempo para trabalhadores terem direito à aposentaria, eleva as alíquotas de contribuição para quem ganha acima do teto do INSS (hoje em R$ 5.839) e estabelece regras de transição para os atuais assalariados. Com essa proposta, a economia está estimada em R$ 800 bilhões em 10 anos.

Antes de ser votada em plenário, no mesmo dia, às 11h, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) vai votar o parecer do relator do texto, senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), sobre nove emendas de redação apresentadas após a votação da reforma em primeiro turno.

Paralela

A conclusão da votação do texto principal da reforma da Previdência avança em parte, mas não encerra a discussão sobre o tema no Congresso. Vários pontos polêmicos considerados importantes, mas que não têm consenso no Senado e na Câmara, integram uma proposta de emenda paralela à Constituição (PEC 133/19). Para que o assunto continue em discussão, Tasso apresentará o relatório sobre essa proposta na próxima quarta-feira (23), na Comissão de Constituição (CCJ) do Senado.

O principal ponto do texto busca incluir estados e municípios na reforma da Previdência. A proposta também prevê aumento de receitas para compensar parte das perdas referentes às concessões feitas pelos parlamentares no texto principal. Entre elas, está o fim da isenção de contribuições previdenciárias de entidades filantrópicas, do setor exportador, sobretudo do agronegócio e de empresas incluídas no Simples. Em 10 anos, essas medidas podem render aos cofres públicos R$ 155 bilhões.

Também estão na PEC Paralela ajustes em algumas regras previdenciárias, além da criação de um benefício para crianças em situação de pobreza. O relator, contudo, vem sendo pressionado por representantes de entidades filantrópicas para que não aceite a cobrança da contribuição previdenciária, ainda que seja gradual. Tasso estuda ampliar o prazo para a cobrança, definido inicialmente em 10 anos.

A pedido da bancada feminina, devem entrar ainda nessa discussão regras de transição atenuadas para mulheres cumprirem a exigência de idade para a aposentadoria, com mudanças para garantir mais recursos para as viúvas, pois as mulheres são mais de 80% dos beneficiários das pensões por morte.

PEC autônoma

Além da PEC Paralela, outro tema foi acertado com a equipe econômica para ser tratado em proposta autônoma. É o "pedágio" cobrado dos trabalhadores prestes a se aposentar, que terão de trabalhar o dobro do tempo que falta para a aposentadoria. O senador Álvaro Dias (Podemos-PR) desistiu do destaque para evitar o retorno da proposta à Câmara. Para ter mais chances de aprovação na Câmara e no Senado, ele exigiu que o tema fosse tratado sozinho em outra proposta de emenda constitucional. “O pedágio é de 17% para os militares, 30% para os parlamentares e 100% para os demais. Queremos discutir uma regra de transição que suavize o drama para quem já trabalhou muito e vai trabalhar ainda mais para chegar à aposentadoria”, afirmou Dias.

sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Estádio em Assu tem energia elétrica cortada por falta de repasse de recursos pela prefeitura


A energia elétrica do estádio Edgarzão que alimenta o sistema de refletores e o do sistema de irrigação foi cortada nesta quinta-feira pela Cosern por falta de pagamento.

Foi constatado pelo Blog Rabisco do samuel Jr que a grama corre sério risco caso não seja irrigada nas próximas 24 horas. Sem a possibilidade de acionar os refletores, qualquer atividade esportiva no estádio só poderá ser realizada até por volta das 17h.

Pessoa próxima à diretoria da Liga Açuense de Desportos (LAD) revelou  que a dificuldade financeira enfrentada é em virtude da falta de pagamentos por parte da prefeitura de Assú de parcela do convênio referente ao mês de setembro, no valor de R$ 6 mil, e outra que se venceu agora no dia 10 de outubro, também de R$ 6 mil. 

A falta desse repasse já estaria afetando compromissos assumidos com funcionários e fornecedores.

A esperança da diretoria da LAD é que a prefeitura realize os repasses ainda nesta sexta-feira, 11, para que a grama não seja afetada e que as atividades da praça esportiva voltem a sua normalidade.

Fonte : Rabiscos do Samuel JR

Ivan Junior participa de reunião com o Deputado Federal Benes Leocádio no FIERN

Durante a reunião, foram discutidos assuntos de ampliação do setor de confecções no interior do RN, para gerar postos de emprego e renda para a população .


Somando esforços em prol de projetos que tragam ao RN uma maior representatividade frente à indústria têxtil nacional. Deputado Benes pediu apoio da FIERN e do Senai na cooperação para auxiliar na expansão da indústria têxtil em nosso Estado. Na oportunidade também foi apresentado o projeto de instalação de centrais de cortes em várias cidades do interior.



O presidente da FIERN, Amaro Sales, prontamente garantiu apoio e colocou à disposição o Sistema FIERN para auxiliar no projeto, numa maneira de viabilizar recursos, solidificando o mandato de Benes na Câmara Federal, como membro da Frente Parlamentar da Industria Têxtil.

Participaram da reunião o presidente da FIERN, Amaro Sales, Superintendente do Senai, Émerson Batista,Superintendente de Relações Internacionais, Hélder Maranhão, Diretor da Associação das Industrias Têxteis, Ronaldo Lacerda, ex- prefeito de Assu Ivan Júnior e o vice-prefeito prefeito de Cerro Corá, Zeca Araujo.

quinta-feira, 10 de outubro de 2019

Assu: Lombada ou buracos ?


Motoristas em Assu não conseguem identificar se é lombada ou buracos na Av. Doutor Luiz Carlos em Assu


Após a gestão municipal fazer a implantação dos semáforos, se deixou no local as lombadas, diante inúmeras reclamações dos motoristas nos meios de comunicações locais cobrando a remoção das lombadas, a prefeitura fez a retirada da pior forma possível, deixando o terreno danificado e com falhas na malha asfáltica, os riscos de promover acidentes pela dúvida do condutor veicular segue em maiores proporções.

Má qualidade na Pavimentação em Assu preocupa moradores


Pavimentação feita pela Prefeitura Municipal de Assu não está de boa qualidade, registrado imagens por moradores do bairro Novo Horizonte, o calçamento esta cedendo com o transito de veículos, uma obra recém executada já desperta preocupações. A situação tende a piorar nestas vias que até então não existe trafego constante e se observa a degradação dos paralelepípedos com o pouco movimento de veículos  naquele local, falhas em diversos pontos da cidade estão sendo identificados.

Veja o vídeo abaixo de um popular que cobra melhor serviços de pavimentação


quarta-feira, 9 de outubro de 2019

Senado aprova MP que facilita venda de bens apreendidos do tráfico


O plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (9) projeto que facilita a venda de bens apreendidos de traficantes. A matéria vai agora à sanção presidencial.

Proposto pelo governo federal em junho como medida provisória (MP 885/19), o texto agiliza o repasse, a estados e ao Distrito Federal, de recursos decorrentes da venda de bens apreendidos relacionados ao tráfico de drogas. A MP dá à Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad) o poder de leiloar esses bens antes do término do processo criminal.

A expectativa do governo é facilitar a transformação dos produtos apreendidos em recursos financeiros para custear ações de repressão policial, compra de equipamento, campanhas contra o uso de drogas e atendimento a dependentes químicos, entre outras ações.

Aprovado na Câmara no início deste mês, o texto estabelece que o juiz ordenará às secretarias de Fazenda e aos órgãos de registro e controle de aeronaves, embarcações e veículos a realização de averbações necessárias para livrar o bem a ser leiloado de qualquer gravame.

Segundo o Ministério da Justiça, existem atualmente no país 30 mil bens que estão à disposição da União aguardando destinação depois de terem sido apreendidos em operações de combate ao tráfico de drogas. Há um número ainda maior de bens que foram aprendidos e aguardam o término do processo criminal para serem destinados aos leilões. A pasta estima que esse número chegue a 50 mil.

Agencia Brasil

Comunidades esquecidas pela Gestão Municipal em Assu RN

Comunidade do Mendubim Assu RN

Assu que não tem gestor presente, segue os dias com total abandono em relação a gestão municipal, leitor do blog nos enviou imagens da quadra de esporte situada na comunidade do Mendubim, totalmente danificada como também a escola com paredes rachando comprometendo toda a estrutura. A frase que a prefeitura agora usa " a prefeitura esta aqui " não parece ser a realidade em todas áreas do município.    

Homenagem : Deputado Nelter entrega ao seu filho comenda Arnobio Abreu na AL



Na manhã de hoje (9) ocorreu uma sessão solene e  Constituintes estaduais recebem comenda "Arnóbio Abreu" no Legislativo Potiguar, durante a solenidade foi congratulado o Pai do Deputado Estadual Nelter Queiroz, Deputado Nelson Queiroz  constituinte e relator geral da constituição do RN de 1989, no qual foi recebida pelo seu filho George Queiroz.

Congresso aprova Lei das Diretrizes Orçamentárias para 2020

O Congresso Nacional aprovou nesta quarta-feira (9) o texto-base da proposta de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2020. O texto segue para sanção do presidente da República.

Aprovado na forma do substitutivo do relator, deputado Cacá Leão (PP), o texto do dispositivo foi aprovado em agosto pela Comissão Mista de Orçamento (CMO).


]Ao apreciar a proposta, o relator apresentou um adendo ao texto, retomando a redação original do Poder Executivo sem previsão de destinação de recursos para o Fundo Especial de Financiamento Eleitoral. Dessa forma, os recursos públicos para a campanha eleitoral do próximo ano serão definidos somente na Lei Orçamentária Anual, que será votada antes do recesso legislativo (até 23 de dezembro).

Salário mínimo

O texto prevê que o salário mínimo seja reajustado para R$ 1.040 em 2020, sem ganho acima da inflação. O aumento nominal será de 4,2% na comparação com o valor atual do mínimo (R$ 998). A variação é a mesma prevista para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Para os dois anos seguintes, a proposta sugere que a correção também siga apenas a variação do INPC.

Em relação à meta fiscal, o projeto prevê um déficit primário para 2020 no valor de R$ 124,1 bilhões para o governo central, que considera as contas do Tesouro Nacional, da Previdência Social e do Banco Central. Para este ano, a meta é de déficit de R$ 139 bilhões.

O texto incluiu a permissão para que o Executivo autorize reajuste salarial para o funcionalismo público no ano que vem. Esse trecho da proposta contraria o governo que, na proposta original enviada ao Congresso em abril, prevê a possibilidade de aumento apenas aos militares das Forças Armadas.

A proposta aprovada autoriza ainda a nomeação, em 2020, de aprovados no concurso mais recente da Polícia Rodoviária Federal.

Bolsonaro não tem mais nenhuma relação com o PSL, diz Bivar


O presidente do PSL, deputado Luciano Bivar (PE), disse nesta quarta-feira, 9, considerar que o presidente Jair Bolsonaro já decidiu pela saída do partido."Quando ele diz a um estranho para esquecer o PSL, mostra que ele mesmo já esqueceu. Mostra que ele não tem mais nenhuma relação com o PSL", afirmou o dirigente partidário ao Broadcast Político/Estado.
Na terça, Bolsonaro disse a um apoiador que se identificou como pré-candidato pela legenda no Recife para que ele esquecesse o partido e afirmou que Bivar "está queimado para caramba". O presidente, segundo apurou o Estado, avalia deixar a legenda. Seria a nona troca de sigla de Bolsonaro.


Bivar disse não entender o que motivou o presidente a dar tais declarações. "Ontem (8) mesmo eu recebi um convite para ir a uma cerimônia no Palácio do Planalto e tinha um jantar marcado com o ministro da Justiça, Sérgio Moro. Então, não vi indicativos nenhum", disse.

Para ele, a intenção do presidente ao atacar o PSL é mostrar que não tem envolvimento com denúncias sobre irregularidades envolvendo a candidaturas de mulheres que teriam sido usadas como "laranjas" para obter recursos públicos. "Acho que ele quis sair porque tem preocupação com as denúncias de laranjas. Ele quer ficar isento dessas coisas", afirmou Bivar.

Na semana passada, o Ministério Público de Minas Gerais denunciou o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, por irregularidades envolvendo candidaturas de mulheres nas eleições de 2018. Antônio presidia o PSL mineiro à época.

Cálculo político

Outro fator apontado pelo presidente do PSL para justificar o ataque de Bolsonaro à legenda seria um cálculo político do presidente para garantir a sua reeleição. "Ninguém é eleito presidente sem ter acertos. Como ele vem em um processo de reeleição, talvez ele saiba qual é o melhor caminho a ser seguido. Espero que ele tenha sucesso", disse.

Embora ainda não tenha definido o seu destino, Bolsonaro avalia vários cenários políticos e deseja um partido que possa controlar, para impulsionar sua candidatura à reeleição, em 2022. A União Democrática Nacional (UDN) já pediu registro como partido no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e quer que o presidente se filie à sigla.

A saída de Bolsonaro pode provocar uma debandada no PSL. Dirigentes do partido ouvidos pelo Estado afirmam que o presidente pode levar consigo até 15 dos 53 deputados federais, além de dois dos três senadores - Flávio Bolsonaro (RJ) e Soraya Thronicke (MS).

Bivar, no entanto, afirma não se preocupar com um eventual esvaziamento da legenda. "Redução ou aumento da bancada não representa nada, o importante é manter a nossa linha de conduta e dignidade", afirmou.

Ele diz ainda que as bancadas no Congresso continuarão apoiando as pautas do governo. "Nenhuma turbulência vai alterar o comportamento do partido", disse. Questionado sobre se pretendia procurar Bolsonaro para conversar, Bivar afirmou não ver motivos para procurá-lo agora. "Tenho que respeitar a posição dele, não vou ser invasivo ou inconveniente", afirmou.

Terra

Presidente Jair Bolsonaro sanciona nova lei das telecomunicações

Texto também permite a migração das atuais concessões para o regime de autorização, em troca de investimentos das empresas na expansão da banda larga.


O presidente Jair Bolsonaro sancionou o novo marco legal das telecomunicações do país, informou o Diário Oficial da União desta sexta-feira, transformando em lei um projeto aprovado pelo Congresso em setembro com mudanças que eram bastante aguardadas pelo setor.

A indústria de telecomunicações defendia há anos novas regras para o setor permitidas pela lei, como a possibilidade de incorporação de ativos da União pelas operadoras mediante compromissos de investimento em infraestrutura e a criação de um mercado secundário de frequências de telefonia móvel.

O texto também permite a migração das atuais concessões para o regime de autorização, em troca de investimentos das empresas na expansão da banda larga.

Governo decreta situação de emergência por incêndio em Portalegre e Viçosa

Somente em outubro, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais registrou 60 focos de incêndios no Rio Grande do Norte

O Governo do Rio Grande do Norte decretou situação de emergência nos municípios de Portalegre e Viçosa, por 90 dias, em decorrência do aumento do número de incêndios florestais. O decreto pode ser prorrogado por igual período. O texto será publicado em edição extraordinária do Diário Oficial ainda nesta quarta-feira (9).

O fogo, que atinge uma serra entre os dois municípios, teve início na segunda-feira, 7, e continua fora de controle. Já são mais de 40 horas de combate aos focos de incêndios, que estão espalhados pela região.

Pelo menos 40 militares estão trabalhando no local com a ajuda de voluntários, carros-pipa e máquinas cedidos pela Prefeitura. Equipe da Defesa Civil que está no município trabalha junto às coordenadorias de Defesa Civil de Portalegre e de Viçosa.

Foi elaborado plano de ação que inclui o uso de drone para levantamento da área atingida e mapeamento dos locais de mais fácil acesso aos focos de incêndio.

Além do aumento do número de incêndios, a medida considera os graves danos provocados à fauna e à flora, a dificuldade na recuperação natural das áreas devastadas pelo fogo, agravamento da situação hídrica do estado e o impacto socioeconômico no setor agropecuário.

O decreto permite ao Corpo de Bombeiros contratar, mediante dispensa de licitação, as obras e os serviços necessários a mitigar as consequências provocadas pelos incêndios, além da aquisição de materiais e equipamentos necessários ao combate às queimadas. Será possível também adotar medidas preventivas junto aos municípios, dentre elas a formação e treinamento de brigadas de incêndio e ações educativas para a população.

Incêndios

Neste mês de outubro, até esta terça-feira (8), o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) registrou 60 focos de incêndios no Rio Grande do Norte.

Em agosto e setembro foram 52 e 81, respectivamente, contra um foco em junho e quatro em julho. Isso porque o último trimestre do ano é o período mais quente, com baixa umidade relativa do ar, aumento da intensidade dos ventos e, consequentemente, mais propício ao surgimento de focos de incêndio.

Ministro do Meio Ambiente Salles diz que óleo no Nordeste vem "muito provavelmente" da Venezuela

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, disse hoje (9) que o óleo que vazou e que atinge diversas praias no litoral do Nordeste vem “muito provavelmente" da Venezuela. O ministro citou estudo da Petrobras, ao participar de audiência pública na Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados.

"Esse petróleo que está vindo, muito provavelmente da Venezuela, como disse o estudo da Petrobras, é um petróleo que veio por um navio estrangeiro, ao que tudo indica, navegando próximo à costa brasileira, com derramamento acidental ou não, e que nós estamos tendo enorme dificuldade de conter”, disse.

Segundo o balanço mais recente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), a mancha de óleo atingiu 138 localidades em 62 cidades de nove estados da Região Nordeste.

O ministro salientou a dificuldade em solucionar o problema, uma vez que a origem do vazamento é indeterminada e desconhecida.

Até esta segunda-feira (7), a Petrobras já havia recolhido 133 toneladas de resíduos. Segundo o Ibama, o material oleoso é petróleo cru e, desde o dia 2 de setembro, se espalhou pelo litoral de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.

Ontem (8), ao participar de uma audiência pública realizada pela Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados, o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, disse que análises laboratoriais confirmaram que a substância não provém da produção da estatal brasileira.

Agencia Brasil